A infertilidade afeta milhões de casais no mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerada uma condição de saúde pública. A entidade define infertilidade como a dificuldade de engravidar após 12 meses de relações regulares sem proteção — ou seis meses no caso de mulheres acima de 35 anos. Essa definição reforça que o problema pode envolver fatores físicos, hormonais e até emocionais.
A OMS destaca que a infertilidade pode atingir tanto homens quanto mulheres e que o diagnóstico deve ser feito de forma conjunta, com orientação médica e exames laboratoriais. Essa abordagem ajuda a identificar causas e direcionar o tratamento mais rapidamente.
Quais podem ser as causas da infertilidade?
Alterações hormonais, problemas de ovulação, baixa qualidade do sêmen, doenças como endometriose e varicocele, além de fatores emocionais ou ambientais.
O que a OMS recomenda?
Avaliação completa do casal, incluindo exames clínicos e laboratoriais, entendendo hábitos de vida e histórico de saúde.
Qual o papel dos exames laboratoriais?
Eles identificam alterações hormonais, verificam ovulação, avaliam a reserva ovariana e analisam a qualidade do sêmen, ajudando a direcionar o tratamento.
Quando buscar ajuda médica?
Após 12 meses de tentativas sem sucesso ou seis meses para mulheres acima de 35 anos é recomendado iniciar a investigação. A infertilidade, segundo a OMS, precisa ser vista com naturalidade e acompanhada por profissionais.
Buscar avaliação precoce faz toda a diferença, pois aumenta as chances de diagnóstico rápido e tratamento eficaz. Além disso, entender que a infertilidade é uma condição que pode afetar qualquer casal ajuda a reduzir o estigma e facilitar o acesso ao cuidado. Hoje existem diversos métodos de apoio, desde ajustes de estilo de vida até tratamentos especializados, e muitos deles apresentam excelentes resultados. Quanto mais cedo o casal procura orientação, maior é a possibilidade de encontrar um caminho adequado para realizar o sonho de ter um filho.